Fabricação e Manutenção Artesanal em Calçados
(troca de saltinhos, solados, zipers e tingimentos em geral)

confira!!!
Rua Gonçalves Chaves nº280
esq.Gomes Carneiro
atendimento de segunda a sexta das 8 às 19h
e sábados das 8 às 13h
Centro/Porto Pelotas-RS
F: 53-3302 7877 / 9163 3867
sapatariadoportopelotas@
hotmail.com




25 de Outubro dia do Sapateiro

o surgimento de três santos sapateiros: Aniano, sucessor de São Marcos como arcebispo de Alexandria (século I), e os irmãos Crispim e Crispiniano, martirizados em Saisson sob Domiciano.
Por muito tempo, os sapateiro continuaram trabalhando de forma atesanal. O início da uniformização e da padronização começou na Inglaterra, quando em 1305, o rei Eduardo I estabeleceu medidas uniformizadas e padronizadas para a produção de sapatos.
O Rei decretou que uma polegada fosse considerada como a medida de três grãos secos de cevada, colocados lado a lado. Os sapateiros da época compraram a idéia e passaram a fabricar seus calçados seguindo as medidas do rei. Assim, um par de sapatos para criança que medisse treze grãos de cevada, passou a receber o tamanho treze.
A partir daí a padronização tornou-se uma tendência mundial. Na idade moderna, surgem e crescem o número de indústrias produtoras de sapatos. Hoje, os sapateiros artesanais têm que disputar com as grandes indústrias de calçados ou trabalham apenas com concertos.


O Sapateiro

Longe dos sapatos
da modernidade,
o sapateiro pisa
no tapete do tempo,
mede o pé da moça
com ancestral dedicação.
Largura, comprimento,
curvatura, estilo,
salto alto ou sola,
tipo de couro e brilho,
confiados em caderneta.
O preço também
tem número pequeno.
Mudanças naquela rotina
podem caber somente
no sapato de vidro
da história da Cinderela.